Saint Georges les Baillargeaux (França): protocolo de 22 de Maio de 1994.

Saint Georges les Baillargeaux está integrada na região de Poitou-Charentes, departamento de Vienne, França. O topónimo desta cidade é composto por dois elementos, sendo que o primeiro tem a sua origem na sua primeira igreja paroquial, votiva de Saint Georges. Relativamente ao segundo elemento do topónimo, “Baillargeaux” deriva da palavra “baillarge”, com um sentido relativo às características geográficas da região, na altura da atribuição do topónimo.


Santo António do Príncipe (S. Tomé e Príncipe): protocolo de 14 de Agosto de 1998.

S. Tomé e Príncipe é um arquipélago constituído por ilhéus e duas ilhas principais: a ilha de S. Tomé, situada na linha do Equador, e a Ilha do Príncipe. A Ilha do Príncipe, que ocupa cerca de 15% da superfície do arquipélago, está coberta na sua maioria por floresta tropical, e as suas costas talhadas por numerosos recortes curvilíneos e sinuosos. A cidade de Santo António é a maior cidade da Ilha de Príncipe, estando localizada na costa Noroeste da mesma, entre os cursos do rio do Papagaio e a ribeira de Frades.

A povoação deverá ter começado com o início da colonização da ilha em inícios do século XVI e com a criação do condado da ilha do Príncipe e o estabelecimento de um depósito de escravos feito pela companhia de Cachéu e Cabo Verde, a povoação começou a desenvolver-se.

Em 1694, D. Pedro II determinou que nesta cidade se estabelecesse uma alfândega e em 1695, o mesmo soberano determinou que perto de Mina se instalasse uma companhia de infantaria. Em 1706 uma esquadra francesa desembarcou tropas a pequena distância, na Praia Salgada destruindo os edifícios mais importantes e afundando os navios da companhia de Cachéu e Cabo Verde. Por contrato de 29 de Outubro de 1753 a Ilha do Príncipe passou para os bens da coroa, trocando o seu proprietário o título de Conde da Ilha do Príncipe por Conde de Lumiares. A 15 de Novembro do mesmo ano a povoação de Santo António é elevada à categoria de cidade e designada como capital da S. Tomé e Príncipe, situação que manteve até 1852.